Joy Freitas: Tempo de Esperas




Tempo de Esperas

por Joy Freitas

Como eu havia prometido, vamos as considerações sobre o livro Tempo de Esperas do Pe Fábio de Melo.

Sempre percebi o Pe Fábio como alguém capaz de passar uma mensagem de paz e sabedoria, independente de religiões. O tipo de pessoa que prega e faz o bem, e é de pessoas assim que precisamos no mundo, que devemos ler, ouvir, e com quem temos muito a aprender.

Para começar, adorei o livro!
O texto é simples, direto e a forma de diálogo entres os personagens torna a leitura fácil e dinâmica.
Claro que não falarei do final da história mas posso compartilhar a mensagem principal que eu identifiquei no livro, segundo a qual devemos aprender a viver a vida de acordo com o curso natural das coisas e aceitar que as maiores alegrias estão na simplicidade do dia a dia.

Entender que é possível ter serenidade para aceitar, não se conformar e paralisar, nada disso, mas obedecer as regras do tempo e ter consciência de que para tudo na vida é preciso um período de amadurecimento.
                                   "Amores desfeitos são como resfriados. Num primeiro momento são agudos, doídos. Ficamos prostrados, indispostos. Mas é só uma questão de paciência. Afetos também carecem de repouso. Precisamos deixar que o movimento natural da vida venha inflar novos ares dentro de nós. O tempo se empenha de ajeitar as coisas em seu lugar."

Entender que mesmo na perda, devemos buscar o ganho que ela pode nos trazer, no novo, na mudança, no aprendizado.
                                      "Semente que não aceita morrer não pode produzir frutos. É a regra vegetal a nos propor um jeito sábio de viver"

Entender que precisamos aprender com o passado mas que não é ele que norteia nossa vida, que precisamos acima de tudo, seguir em frente.
                             "...vive melhor aquele que acolhe a novidade de cada dia. Aquele que não se prende à estação já findada, mas dela recolhe o fruto ofertado e prossegue."
                            "O apego ao passado é uma paralisia hedionda. Ele transforma o ato de recordar em um instrumento destrutivo."





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