Joy Freitas: Março 2012




Eudora


Momento Casual

Ontem tive o prazer de participar de uma Premiére de Eudora, a primeira de muitas, assim espero.
Antes de qualquer coisa eu já estava super empolgada e ansiosa, pois desde o primeiro contato que tive com a marca, fiquei de cara impressionada com a qualidade, sofisticação e delicadeza de Eudora.

Momento Poderosa


"Eudora é a expressão da força do feminino, em todos os sentidos"

"Eudora é a marca da mulher do Séc XXI. "


Neo Etage

Nesse encontro, tivemos oportunidade de conhecer o mais novo lançamento de Eudora, a linha antissinais Neo Etage. Além de mostrar os benefícios do produto a supervisora Janaína falou da ação Espelho Meu, na qual mais 30 mulheres fizeram um teste cego, durante 21 dias usando os produtos da linha, sem saber de que marca se tratava e respondia online o que estavam achando do produto. Tudo isso sem edição diretamente para o público e a imprensa. Mais transparente que isso impossível!

Momento Entre 4 Paredes

"Eudora acredita que a sensualidade é a energia que impulsiona a mulher para a conquista, em todos os sentidos. Cada momento da vida expressa uma sensualidade diferente. Em um mesmo dia, ela pode ser várias mulheres e ser ela mesma. Por isso, Eudora se apresenta em quatro momentos, e para cada um deles criou uma linha de beleza que expressa a química da sensualidade."



 
Momento Descolada


É assim que Eudora se apresenta e realmente é essa sensação que fica: de que nós mulheres temos reforçado em nossa sensualidade toda energia necessária para consquistar o mundo, mesmo que esse mundo compreenda as paredes das nossas casas...mas cada uma dentro de seu mundo particular, encontra na sua sensualidade, o poder para ser cada vez mais bonita, mais poderosa, mais completa.





O fluxo eterno das coisas

Assistindo a novela A Vida da Gente, que eu quase não assisti ao longo dos capítulos, mas que o final está tão belíssimo quanto me pareceu a novela inteira nas poucas vezes que vi.
E com chave de ouro aparece um personagem citando trechos tão extraordinários como esses abaixo:
Ninguém entra no mesmo rio uma segunda vez, pois quando isso acontece já não se é o mesmo, assim como as águas que já serão outras.
O fluxo eterno das coisas é a própria essência do mundo e se ainda hoje ficamos espantados com isso é porque nos apegamos teimosamente ao que já passou esperando no fundo que tudo permaneça igual. (Heráclito)
O mais importante e bonito do mundo é isto, que as pessoas não são sempre iguais, ainda não foram terminadas, mas que elas vão sempre mudando, afinam ou desafinam, verdade maior é o que a vida me ensinou. (Guimarães Rosa)



Educação para o divórcio

por Martha Medeiros

Estou lendo O quebra-cabeça da sexualidade, do professor espanhol José Antonio Marina. No livro, o autor diz que considera preocupante que os jovens estejam recebendo dos pais a experiência do fracasso amoroso. Ao ver a quantidade de casais que se separam, a garotada vai perdendo a expectativa de ter, no futuro, uma relação saudável e sem conflito.

Creio que esteja acontecendo mesmo. Hoje o casamento já não é a ambição número 1 de muitos adolescentes, e um pouco disso se deve à descrença de que o matrimônio seja uma via para a felicidade. Se fosse, por que tanta gente se separaria?

O casamento tem sofrido uma propaganda negativa de tamanho grau que é preciso uma reação da sociedade: está na hora de passarmos a ideia, para nossos filhos, de que uma relação não traz apenas privações, tédio e brigas, mas traz também muita realização, estabilidade, parceria, intimidade, gratificações. Casar é muito bom. Como fazê-los acreditar nisso, se as estatísticas apontam um crescimento incessante no número de divoórcios?

A saída talvez seja educarmos os filhos desde cedo para que a ideia de separação seja acatada como algo que faz parte do casamento. Ou seja, quando os pirralhinhos perguntarem: "Mamãe, você ficará casada com o papai para sempre?", a resposta pode ser: "Enquanto a gente se amar, continuaremos juntos - senão vamos virar amigos, que também é muito bom".

Isso pode parecer chocante para quem jurou na frente do padre que iria ficar casado até o fim dos dias, mas há que se rever certas fórmulas, a começar por esse juramento que mais parce uma punição do que um ideal romântico. Está na hora de um pouco de realismo: hoje vivemos nem mais do que antigamente, com mais informação e mais oportunidades. Deve ser bastante confotável e satisfatório ficar casado com a mesma pessoa por quarenta ou cinquenta anos, é um bonito projeto de vida, mas, se a relação durar apenas dez ou quinze, é bom que a gurizada saiba: não é um fracasso. É normal.

A normalidade das coisas se adapta aos costumes. Vagarosamente, mas se adapta. Se continuarmos insistindo na ideia de que o verdadeiro amor não acaba, as crianças vão achar que o mundo adulto é habitado por incompetentes que não sabem procurar sua alma gêmea e que sofrem em demasia. Vão querer isso para eles? Fora de cogitação.

Para evitar essa fuga em massa do casamento, a saída é, como sempre, a honestidade. Seguir educando para o "eterno" é uma incongruência. Ninguém fica no mesmo emprego para sempre, ninguém mora na mesma rua para sempre, ninguém pode prometer uma estabilidade vitalícia em relação a nada, e se a maioria das mudanças é considerada uma evolução, um aperfeiçoamento, por que o casamento não pode ser visto dessa mesma forma descomplicada e sem stress?

A frustração sempre é gerada por expectativas que não se realizam. Se nossos filhos ainda são criados com a ideia de que pai e mãe viverão juntos para sempre, uma separação semrpe será traumática e eles também temerão "fracassar" quando chegar a vez deles. Se, ao contrário, souberem desde cedo que adultos podem (não é obrigatório) viver duas ou três relações durante um vida, essa nova ética dos relacionamentos será absorvida de forma mais tranquila e eles seguirão entusiasmados pelo amor, que é o que precisa ser mantido, em benefício da saúde emocional de todos nós.

Ref.: Texto completo do capítulo Educação Para o Divórcio do livro Feliz Por Nada, de Martha Medeiros.


Parabéns Rio!

Hoje o Rio de Janeiro completa 447 anos.
É claro que, eu como amante dessa cidade linda, não poderia deixar de postar uma homenagem, mesmo que singela.
Não, eu não sou carioca, nem mesmo estou negando minhas raízes baianas...porém não nego a ninguém o quanto aprendi a amar esse lugar, cheio de encantos e maravilhas.
Com problemas como todo lugar, mas compensado graciosamente pelas belezas naturais que Deus generosamente lhe concedeu. E se há problemas, isso é normal e talvez seja uma forma justa de não ser exageradamente perfeita, já pensou quanta inveja causaria se fosse melhor do que já é. 
Portanto, ao Rio e aos amigos cariocas que tenho, só me resta dizer: Parabéns! 
E que continue sendo assim, cidade maravilhosa!






Da série: O que estou lendo?

por Joy Freitas

O livro da vez é Feliz Por Nada, de Martha Medeiros.
Comecei a ler hoje e já me encontro em estado de graça pela escolha.
Já nas primeiras páginas posso dizer que é encantador, divertido e ao mesmo tempo realista, como todos os textos da Martha.

Logo na orelha encontramos uma definição dos editores que já demonstra o quanto será agradável dedicar algumas horas para se apaixonar por esse livro.

Ser feliz por nada é...
"Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve."
É com a força transformadora de um abraço que Martha Medeiros abre este novo livro de crônicas e é com a mesma singeleza e olhar arguto para o cotidiano que a escritora ilumina algumas das questões mais urgentes do século XXI. A destacada romancista, cronista e poeta, que já teve obras adaptadas para o cinema, para a tevê e para o teatro, fala aos leitores com a sinceridade de um amigo e materializa as angústias e os anseios da sociedade pós-tudo, que vive acuada sob o grande limitador do tempo. Nesta coletãnea de mais de oitenta crônicas, Martha Medeiros aborda temas muito diversos e ao mesmo tempo muito identificados com o leitor. A autora tem o dom de aproximar assuntos por vezes fugidos - como é o próprio do cotidiano - de questões universais, como o amor, a família e a amizade, e criar lugares de reconhecimento para o leitor, como ao falar de Deus, dos romances antigos e novos, da mulher, de escritores e cineastas que são imortais, de se perder e se reencontrar, do que a vida oferece e muitas vezes se deixa passar. Feliz por nada, afirma Martha Medeiros, é fazer a opção por uma vida conscientemente vivida, mais leve, mas nem por isso menos visceral." (Os Editores)

Bem é tudo isso que está descrito e muito mais, garanto que de todos os textos que li até agora, certamente voltarei para postar muitos outros trechos imperdíveis por aqui.
Me identifico muito com os textos, as impressões, as ideias da Martha Medeiros desde sempre...sei que dessa vez não será diferente.



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