Joy Freitas: Janeiro 2012




Da série: O que estou lendo?

por Joy Freitas


Não sei dizer ao certo mas há algum tempo recebi a sugestão e o livro emprestado do meu amigo Tonny Cerqueira, porém atribulada como estava deixei o coitado na estante e só agora o peguei para ler.

A indicação foi ótima, e vindo do Tonny, tinha realmente que ser.
Texto claríssimo e realista do querido autor Luis Fernando Veríssimo, quer referência melhor?
Nem preciso dizer que sou fã de seus textos e já começo a ler qualquer coisa dele com o otimismo e expectativa de algo ótimo.

O que estou lendo? Trata-se do livro O Clube dos Anjos GULA

"O clube dos anjos é um livro onde a gula, um pecado capital, e a euforia do homem é relacionada de tal forma que podemos notar o desejo da fome. O livro conta a história de dez homens que, em uma tradição, reunem-se há 21 anos. Tudo começa com uma pequena reunião no "Alberi" e depois passam a freqüentar lugares de melhor qualidade tanto em ambiente quanto na comida. Quem conta toda a história é Daniel, que cita os dez amigos que fazem parte do "Clube do Picadinho". Ao conhecer Lucidio, um rapaz misterioso que cozinha muito bem, Daniel resolve fazer um jantar como nos velhos tempos, afinal, depois da morte do líder dos integrantes, Ramos, o clube nunca mais foi o mesmo.
Ao longo do livro, ele contará sobre a gula e a euforia que cada um dos integrantes desse grupo têm pela a comida. Todos (com exceção de Daniel) morrem, pois preferem prestigiar e saborear as delícias feitas por Lucídio à permanecerem vivos" Wikipédia

Eu que ultimamente tenho constatado o quanto virei uma admiradora da boa mesa, tenho devorado o livro como quem saboreia uma massa italiana em fome voraz.
Uma história que pela descrição acima, envolve crimes em série porém contada de forma divertida e por que não dizer, irônica, ao retratar as várias facetas da vida dos integrantes desse clube. Uma aventura no mínimo interessante e envolvente, temperada com o humor espetacular e genial de Veríssimo.

Bom, fica a dica para quem quiser apreciar uma boa leitura.
Breve escrevo uma nova, porque esse aqui certamente terminarei de ler em dois dias.

O que a leitura pode fazer por você?


Assalto no Boulevard Shopping Feira da Santana

por Joy Freitas

Nunca vi ser noticiado nada sobre isso em nenhum veículo de comunicação da cidade e acho um absurdo saber que o que ocorreu comigo hoje, pelos relatos que ouvi não é novidade. Por isso gostaria de compartilhar para que seja feito um alerta à população.
Hoje, por volta das 12:30h, fui assaltada na entrada do Boulevard Shopping, não foi na rua, não foi num beco escuro...foi exatamente no percusso entre estacionar e entrar no shopping. No paredão entre a entrada principal e a saída para João Durval, não tive na hora a ideia de olhar aqueles números q identificam o estacionamento. Mas isso não vem ao caso...e também não vem ao caso a violência que se instaurou na nossa cidade onde todos os dias bolsas e celulares são tomados nas ruas, em diversos bairros.

Nada vai apagar os segundos de desesperos que passei com minha filha de 10 anos, encurraladas contra a parede enquanto um vagabundo me tomava a bolsa, com uma faca em punho...assim como o prejuízo material não teria importância, o que não ocorreu pois outros clientes abandonaram seus carros e correram atrás do bandido, quando ele foi em direção a avenida, e outros anjos que passavam conseguiram recuperar meus pertences.
A questão é, agora já com a cabeça fria, imaginar que apesar de não ter havido perdas materiais, eu poderia não estar viva agora pra contar. A questão é saber que as pessoas normalmente deixam de comprar no centro da cidade e vão ao shopping em busca de segurança e conforto, pagando até mais caro por isso.

Quando passamos por algo assim é que notamos que na verdade não há segurança alguma. Alguém ver seguranças em quantidade suficiente fazendo algum tipo de ronda no estacionamento? Do mesmo jeito que foi minha bolsa, esse bandido poderia ter quebrado o vidro de qualquer carro naquele local e levado o carro ou o que tivesse dentro; ou ainda o carro do cidadão que parou no exato momento na vaga em frente e começou a gritar "pega ladrão". Ninguém perceberia, como no meu caso que o segurança só percebeu quando já tinha mais de cinco pessoas gritando e correndo atrás dele. E quando voltamos todos com os pertences recuperados, a equipe de segurança estava lá aguardando apenas para perguntar o ocorrido, oferecer água para acalmar e dizer que estavam ali para o que eu precisasse, até mesmo me escoltar para pegar um táxi pra casa, bonzinhos não? Sem derramar um pingo de suor para proteger os seus clientes.
É esse tipo de serviço que devemos pagar caro para receber? É esse tipo de lugar onde colocamos o carro e achamos que estamos seguros?

Eu me considero uma pessoa atenciosa e sempre ligada nos perigos que infelizmente temos que conviver atualmente, essa questão de segurança pública é assunto para mais de décadas, mas ao entrar num estabelecimento desse tipo, é comum que tenhamos a sensação de ali estarmos protegidos. E assim eu me sentia em qualquer shopping. Para minha infeliz surpresa, ao conversar com diversos conhecidos que tenho por lá, em várias lojas, já que sou frequentadora assídua, descobri que vários e vários assaltos ocorrem ali, inclusive pequenos roubos nos corredores e nas lojas...celular no bolso de trás da calça por exemplo, é alvo fácil dos bandidinhos lá dentro nos corredores, mas nada acontece e nem é noticiado.

Até quando?

Há Momentos

por Clarice Lispector

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre

DEUS segundo Baruch Spinoza

”Pára de ficar rezando e batendo no peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo
 e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum livro! Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus

pode fazer isso? Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia. Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti.”

‎*Baruch Spinoza*, um filósofo judeu holandês (1632 a 1677), desenvolveu suas ideias a respeito das Escrituras Sagradas e da natureza de Deus. Pode-se imaginar, na época em que foram divulgadas, as críticas e a comoção que essas ideias gera...ram. As autoridades judaicas o excomungaram, quando tinha 23 anos. Spinoza muda seu nome de Baruch (abençoado) para Benedito de Spinoza. Também ficou conhecido como Bento Spinoza. A Igreja Católica colocou seus livros no Índice de Livros Proibidos.

Compartilhado no Facebook pelas amigas Ana Christina e Ana Rúbia Boueri

A força das palavras

(por Marcial Salaverry)

A real força do mundo, está nas palavras, sejam as ditas, sejam as escritas. Mas as palavras escritas tem mais força, porque é algo que fica marcado, enquanto aquilo que é dito pode ser mais facilmente desdito do que aquilo que foi deixado por escrito.

Uma declaração de amor feita por palavras sempre merecerá crédito, mas se for escrita, será mais bem acei...ta. Passa a impressão de maior sinceridade, pois a pessoa amada deixou como que um documento da declaração.

Se falarmos por telefone que estamos com saudade de alguém, certamente terá o sentir entendido, mas escrever, dizendo de sua saudade, terá maior efeito. Será algo que não ficará apenas na memória, mas diante dos olhos. O bilhete poderá ser lido e relido.

Da mesma forma, se falar da tristeza que uma ausência produz. Fazendo por escrito, servirá como alivio, tanto para quem escreve, como para quem lê. Minimiza um pouco a dor da ausencia.

São assim são as palavras escritas. Elas indiscutivelmente possuem como que um magnetismo especial, sempre trazendo alivio para quem as lê, libertando mais as emoções, acalentando, dando uma certa tranqüilidade quando alentadoras.

Principalmente com o advento do computador, elas são capazes de, em poucos minutos, cruzar mares, ultrapassar grandes distancias, levando palavras para todos os cantos do mundo em poucos segundos.

Em muitos casos, pode-se perder o autor da mensagem, mas ela sobreviverá ao tempo, deixando sua marca indelével, podendo sobreviver, atravessando séculos e gerações.

Elas marcam um momento que será para sempre revivido por todos aqueles que as lerem.

Vejam que os livros são escritos que atravessam séculos, e a qualquer momento, e em qualquer época poderão ser lidos, deixando para sempre registrada a presença de seu autor.

Podemos tudo fazer com as palavras, sejam as escritas, sejam as faladas. Poderemos falar de amor, e amar intensamente. Poderemos provocar e matar saudades. Poderemos pedir, e conseguir aquele perdão de que necessitamos para aliviar uma culpa passada.

Muitas vezes um simples Bom Dia, tem um efeito muito especial. Poderemos fazer um carinho para alguém que está triste, oferecendo-lhe palavras de consolo.

Vamos sempre nos lembrar da força das palavras e saber como bem usá-las, para alegrar ao invés de entristecer, acarinhar e não ferir, consolar e não irritar.

"Quem escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo"

(Postado no Facebook da amiga Berenice)

Ai se eu te pego!

por Joy Freitas


Outro exagero do dia no face!
Manifestações dos meus conterrâneos e amigos, defendendo os créditos das primeiras bandas que gravaram anteriormente a tão tocada música "Ai Se Eu Te Pego" com Michel Teló, que originalmente foi gravada por bandas baianas (Os Meninos de Seu Zé e Cangaia de Jegue) e composta por Antonio Dyggs e Sharon Acioly.

Sou uma defensora declarada de que deveria ser divulgado mais efetivamente os nomes dos compositores de todas as músicas e já escrevi até um post sobre isso em 2010. Acho louvável a intenção de divulgar a origem da música, e mostrar de onde partiu a criação de algo que no momento faz tanto sucesso (fato inquestionável independente de gosto musical, não pretendo entrar nessa questão). .

O que eu não concordo (e depois não posso reclamar se me chamam de polêmica) é com alguns comentários de pessoas que tomaram a posição de "defensores" da gravação original. Como se houvesse algum tipo de concorrência de méritos em que Michel Teló estaria sendo o aproveitador da criação alheia e tirando vantagem de um sucesso de que não tem direito.

"Ah, mas só falam do Michel Teló" queixam-se no face.

Nada mais natural... a maioria das composições passam por processos parecidos e é claro que as músicas só ganham uma dimensão dessa quando é gravada por um artista mais conhecido, que por sua vez, fez ou recebeu um alto investimento para se tornar famoso.

A maioria das canções não são escritas pelos próprios cantores. O que não falta por aí são compositores que o grande público nem lembra o nome, e isso não quer dizer que o cantor esteja colhendo os frutos sozinho, quem compôs ganha sua parte quando autoriza a gravação de sua música por outro artista (se ele fez o processo de registro como se deve, é claro).

Não há um porquê para julgarem errado o fato de só darem os créditos ao famoso, afinal acaba sendo uma parceria: se a música continuasse nos CDs das bandas que ainda não são tão conhecidas fora do estado, não teria alcançado o êxito que tem agora e os autores também não ganhariam. O mérito da música é dos compositores mas o mérito do sucesso é de quem investiu para ela cair na boca do povo.


Lá vem mais um BBB

por Joy Freitas

Alguém vai ler e pensar: mais uma blogueira falando de BBB.

É verdade, mas hoje faço questão de postar uma manifestação que fiz logo cedo no facebook, inspirada no derramamento de posts visualizados no feed de notícias cheio de pessoas divulgando a participação de uma garota da cidade no novo BBB. Então escrevi:


Alguns amigos curtiram, compartilharam e outros escreveram comentários com os quais eu concordo, principalmente com o desejo de alguns que a menina dê orgulho na Tv e não faça a cidade passar vergonha.

Sobre isso, penso o seguinte: não importa que ela dê orgulho ou faça vergonha, nesse caso seria sorte ou azar para os amigos, a família, as pessoas que se importam com ela, enfim pessoas que conhecem a moça.


A questão não é que eu seja contra a torcida dessas pessoas próximas, que logicamente querem o bem da garota, que eu não conheço e não tenho nada contra, é claro. Eu também, se tivesse uma amiga concorrendo a um prêmio legal,  iria torcer por ela.

A minha manifestação é contra esse exagero de "babação" do povo que nem conhecia a garota faz, chamando-a de "representante da cidade". Talvez a garota nem queira carregar a responsabilidade de um rótulo desse, só vai lá pra tentar ganhar e ser feliz.

Representar uma cidade inteira vai muito além de entrar num concurso qualquer de ganho totalmente individual, e como eu disse tem tanta gente que eleva o nome da cidade em projetos enriquecedores que as pessoas nem tomam conhecimento, porque nem mesmo vira notícia, já que não interessa a boa parte da "imprensa" local.
Acho que muita gente quer é se aparecer na calda do cometa da garota. E na mesma empolgação que muitos "torcedores" anônimos começam a postar a entrada da menina agora sem nem conhecê-la, postarão qualquer coisa "ruim" que possa aparecer sobre a mesma depois, sem ao menos averiguarem a verdade, só para se manterem na "crista da onda' dos bem informados sobre a vida alheia.

Patético!

Exemplo

por Joy Freitas

Muito interessante a iniciativa na capital gaúcha. Quem sabe esses exemplos não influenciam nossos representantes para que o mesmo seja feito na cidades baianas.

Leia a reportagem e se inspirem!

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/diario-gaucho/19,0,3618598,Usuarios-de-onibus-na-Capital-serao-estimulados-a-denunciar-som-alto.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Rio Grande-RS

por Joy Freitas


Enfim, mais uma viagem tão esperada!
Dia 20/12 desembarquei finalmente em terras gaúchas, já com a certeza que seria muito feliz por uns dias, afinal a gente só cria expectativa sobre algo que acreditamos que nos fará feliz..

Entretanto não posso deixar de comentar sobre essa cidade que conheci em alguns dias de alegria radiante.

Esperei passar uns dias após meu retorno para ter uma opinião mais racional sobre o lugar, pois enquanto estive por lá, estava em estado de graça e passional demais para opinar.

Agora sim posso dizer que fiquei bem satisfeita com o que vi. Uma cidade pequena, bulóquica, tranquila, características comuns em cidades de tal porte, mas que me surpreendeu por sua grandeza em civilidade e sua expectativa de crescimento.
Diferente do que eu esperava, as pessoas não são frias e fechadas, ao contrário até me constrangia com tanta vontade de se comunicar e se fazerem simpáticas, nas filas, no mercado, no elevador...uma necessidade que eles têm de cumprimentar, ajudar, receber bem. Ponto para os Riograndenses!

Não deu para avaliar muito o clima, por serem poucos dias, mas deu pra sentir o calor no RS, porque todo mundo me pergunta quando eu digo que estive por lá: "tava fazendo muito frio?" Parece até que por lá não existe verão, claro que tem...com alguns dias de vento frio sim, mas compensado por dias longos onde o Sol só se põe às 21h, fato que me deixava tonta, imagine por o jantar com o Sol ainda brilhando no céu.

O que eu enxerguei nessa pacata cidade, onde eu vi um carro de polícia passar uma única vez, é que é possível ter acesso a tudo da vida moderna, ter uma estrutura muito legal de vida, com qualidade e paz impagável. Sem engarrafamentos, tumulto no ônibus (obs: lá as pessoas formam fila para entrar no ônibus, sem nenhuma barra de ferro que os obrigue... apenas a educação inerente nas pessoas), ou poluição sonora. 
E isso tudo não siginifca falta de desenvolvimento não, pois lá você encontra trânsito organizado, bem sinalizado, incluindo zona azul para organizar os estacionamentos nas ruas, rotas que desviam do centro para evitar engarrafamento ná área mais comercial da cidade, aeroporto com funcionamento comercial... sem contar que é uma das cidades mais ricas do RS, devido a atividade portuária e refinaria. Além de ótimos estabelecimentos educacionais complementados pela existência de uma universidade federal referência no país.

O que a cidade tem de ruim? Não tive tempo de descobrir, e também não é minha intenção nas viagens. Ao contrário, quero sempre captar o melhor de todo lugar.








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